quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Para começar o Ano Novo bem, vale a pena ler este texto...


"Aprendemos que, por pior que seja um problema ou situação, sempre existe uma saída.
Aprendemos que é bobagem fugir das dificuldades. Mais cedo ou mais tarde, será preciso tirar as pedras do caminho para conseguir avançar.
Aprendemos que perdemos tempo nos preocupando com fatos que muitas vezes só existem na nossa mente.
Aprendemos que é necessário um dia de chuva para darmos valor ao Sol, mas se ficarmos expostos muito tempo, o Sol queima.
Aprendemos que heróis não são aqueles que realizam obras notáveis, mas os que fizeram o que foi necessário e assumiram as conseqüências dos seus atos.
Aprendemos que, não importa em quantos pedaços nosso 
coração está partido, o mundo não pára para que nós o consertemos.
Aprendemos que, ao invés de ficar esperando alguém nos trazer flores, é melhor plantar um jardim.
Aprendemos que 
amar não significa transferir aos outros a responsabilidade de nos fazer felizes. Cabe a nós a tarefa de apostar nos nossos talentos e realizar os nossos sonhos.
Aprendemos que o que faz diferença não é o que temos na vida, mas QUEM nós temos. E que boa 
família são os amigos que escolhemos.
Aprendemos que as pessoas mais queridas podem às vezes nos ferir. E talvez não nos amem tanto quanto nós gostaríamos, o que não significa que não amem muito, talvez seja o máximo que conseguem. Isso é o mais importante.
Aprendemos que toda mudança inicia um ciclo de construção, se você não esquecer de deixar a porta aberta.
Aprendemos que o tempo é precioso e não volta atrás. Por isso, não vale a pena resgatar o passado. O que vale a pena é construir o 
futuro.
O nosso futuro ainda está por vir. 
Então aprendemos que devemos descruzar os braços e vencer o medo de partir em busca dos nossos sonhos".
(autor desconhecido)

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

São histórias assim que me fazem acreditar ainda mais...



Embora esteja de férias, fazendo o possível para não pensar nos problemas e expectativas para o próximo ano, me peguei lendo notícias e notícias sobre teatro, interpretação. Confesso que em sua maioria, essas notícias me deixam chateadas. Digo isto, porque sinto um pouco de frustração quando penso que a minha carreira não caminha da maneira como premeditei, como realmente queria. Mas, em meio a uma dessas notícias, me deliciei com o texto e me senti um pouco aliviada, pensei: estou no caminho certo.
O texto de Fernanda Torres que fala um pouco da trajetória de sua mãe, me emocionou. Não só a garra e persistência, mas a entrega de Fernanda Montenegro à arte de interpretar é de uma magia que juro, não consigo expor no papel. É de se admirar essa devoção e esse respeito que ela impõe de si para o teatro, me arrepio só de escrever estas palavras.
Não estou bajulando uma das maiores atrizes do Brasil, nenhum pouco, até porque isto não é do meu feitio, mas admirando seu trabalho, ou melhor, sua devoção ao seu trabalho no teatro. Conhecendo histórias assim, acredito que pelo esforço e perseverança a gente pode chegar lá, embora seja difícil, muito difícil, a gente pode chegar lá sim.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Um outro poema qualquer...

De tudo que era triste
Ficou somente a lembrança
num momento
num instante
tudo mudou
para uma felicidade
constante.

Agora deslumbrada,
na esperança voltei
acreditar,
num instante
o momento,
de alegria e não tormento.

Se transforma em dor, lamúria
e lamento.

em esperança,
agora,
deixei de sonhar.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Sublime.


Parece que só levando porrada que a gente aprende! Desculpe o termo acima, mas não encontrei adjetivo melhor. Você já se viu progredindo diante de uma situação fácil e feliz? Aposto que não. O ser – humano apenas progride com a dor, isso é fato notável.
Por isso, não devemos reclamar! Doer dói, claro, ninguém é de ferro quando leva uma rasteira da vida! Sofrer todos nós temos direito, mas ficar se lamentando... não, isso não.
O bom da dor e da rasteira é a angústia, que nos faz repensar nossos passos e nossas ações.
É tão bom e gratificante se sair bem de uma situação, depois de tanto sofrer; você se ergue e vê que tudo não passou de um belo ensinamento, porque é com a dor que progredimos, é com a dor que criamos, enfrentamos e crescemos!
Como diz meu querido e apaixonante Drummond

“A dor é inevitável, o sofrimento é opcional”

A partir da dor, sublime.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Um poema qualquer...

Dói

O tempo retoma o fato
De angústia e dor, por dentro
me mato.

A comida não desce,
Fico só, em meio as minhas preces.
Vejo-me novamente imersa à tristeza,

Dói
Vai passar, sinto.

Mas enquanto vivo esse momento
A vida é tomada de frieza
Não minto.
me perco no tormento.

Dói

Enquanto não passa,

Dói.

                               Roberta Chaves

domingo, 28 de novembro de 2010

A sujeira é mais embaixo...



Pânico? A realidade é essa??.
Faz tempo que não escrevo, falta totalmente de tempo, mas queria deixar minha opinião a respeito do que anda acontecendo no Rio, pois acho que afeta todo o Brasil, sem dúvida! O que aconteceu essa semana no Rio de Janeiro abalou o país. Ao mesmo tempo, me deixa confusa essa divulgação exagerada da imprensa. Sabemos que há tanta coisa errada por trás disso tudo, que fico com o pé atrás em acreditar.
Morando no Rio de Janeiro por volta de três anos, vejo que não foi nem a primeira e infelizmente nem a última vez que o Rio entra em Guerra. Infelizmente a cidade é cercada por favelas que são comandadas por marginais, traficantes, que por sua vez são financiados pela DROGA que os playboyzinhos consomem e o governo finge não ver...
Tudo é tão sujo e complicado de se entender, que nem escrever sobre o assunto consigo. Para acabar com essa guerra, essa máfia, os consumidores de drogas deveriam morrer junto com os traficantes;  radicalismo? Pode ser, mas os inocentes da favela e das ruas que morrem por causa dessas guerras? Como ficam? A população está com medo, tensa, as ruas estão vazias, o teatro está vazio... todos estão em pânico.
As pessoas estão deixando de viver por causa do medo, e eu me pergunto, será que isso um dia vai acabar; quando o governo, políticos e os próprios consumidores de drogas vão fazer a sua devida parte para que a paz reine na cidade?
“ Só com uma ardente paciência conquistaremos a esplêndida cidade que dará a luz, justiça e dignidade a todos os homens.”
Vamos parar de enfeitar e fugir do problema, vamos encará-lo e fazer a nossa parte.
Eu acredito em um mundo melhor para TODOS.

sábado, 20 de novembro de 2010

Nova temporada!! Teatro do Sentidos!!!!!

Pessoal!!!!!! Estamos de volta!!!!
Devido ao sucesso de Bilheteria estaremos em cartaz do dia 23 ao dia 28 de novembro no teatro Arena Caixa Cultural- às 19h30!!!
Aguardo todos vocês!!!!!









sábado, 30 de outubro de 2010

Acaso? Que bobeira pensar assim...


Lembrando de alguns momentos de minha vida e de alguns momentos da vida de alguns amigos, notei que a maioria das grandes realizações, dos grandes acontecimentos, vieram por meio do “acaso”. Intrigada com tal questão, logo percebi o óbvio. O “acaso” não existe, nós é que valorizamos a questão. Achamos que tudo é muito mais bonito, quando se pensa que foi por “acaso”. Mas não foi! Foi traçado, então? Sei La! Essa não é a questão! Traçado ou “acaso” é questão de óbvio.

Quando se acredita que o “acaso” não existe e que o óbvio veio com o decorrer do tempo, percebe-se ao nosso redor milhares de “acasos” aos quais não damos o devido valor.

Parece, ou é meio confuso o que estou escrevendo, mas raciocina: como você conheceu seu melhor amigo? Como conseguiu aquele trabalho fera? Como conheceu seu namorado, entre mil outras coisas... As histórias mais emocionantes, você vai culpar o “acaso”...

E é isso que digo: O “acaso” não existe! O “acaso” é o óbvio, “estava escrito” (se assim pode se dizer). E quando se pensa assim, as coisas tomam outro rumo, tudo fica mais lógico e menos utópico, assim você vê que aquilo que você tanto queria, está aqui... bem pertinho de você, e logo chegará ao seu encontro. As coisas acontecem em nossas vidas devido a nós mesmos, devido ao nosso olhar diante da realidade que nos cerca. Então vamos acreditar mais e sonhar menos. Porque o que queremos está aqui, bem pertinho de nós!


domingo, 24 de outubro de 2010

Embora opostos a atração é fatal...

            
 Quanto mais conheço os homens, mais me divirto com nossas diferenças...
É bastante legal perceber que as diferenças singulares é que fazem a graça da relação.
Uma simples frase para um homem é uma frase, uma simples frase. Agora, para as mulheres há toda uma história, um significado por trás.
E nessa diferença crucial de percepção é que há esse contraponto na relação, sendo esta de amor, de amizade, de irmandade, de maternidade... anyway.
Os rapazes em geral, na minha humilde opinião deveriam se dar o direito de pensar mais... Digo, no sentido de entender além do que está escrito, falado.
E nós, mulheres, deveríamos ler mais aquilo que está escrito, falado, do que imaginar o que poderia estar por trás do dito.
Parece confuso, mas não é. O legal é buscar este equilíbrio. Talvez o encontrando a gente consiga construir boas relações, tanto no trabalho, amizade, amor...
Homens, mulheres... somos tão diferentes, mas necessitamos tanto um do outro. Não no sentido amor conjugal, mas no sentido geral. Somos peças de um grande quebra cabeça, bem maior do que uma simples relação, e buscar o equilíbrio de nossos pensamentos, nossas relações é que nos faz crescer e juntos progredir.

 “Menino, quer brincar de amar?
Deixa num canto o arco,
os alvos e a flecha primitivos,
Vamos jogar brincadeiras modernas,
Vamos ser criativos!
Vamos brincar de pique – pega,
De médico, de salto à distância!
Vamos brincar de War, pra conquistar o mundo
E resgatá-lo dessa guerra, que gera
O tal e famigerado vazio profundo...”

Cito acima, um pedacinho do poema Corpo a Corpo ou Mulheres em Mesa de Bar. Vulgo:Poemão  de Paula Wenke

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Um pouco de razão não faz mal a ninguém, mas só um pouco.







Vale a pena escutar a música antes de ler...

Bom, lendo (para variar) o blog da Brastemp, e presente constantemente nas conversas de Paula Wenke, mais uma vez me deparo com inspirações para escrever meus textos, meus desabafos...




Intriga-me tanto a busca constante pelo equilíbrio da razão para com a emoção...
No fundo gostaria tanto de sair gritando pelos quatro cantos que amo as pessoas, que amo meus amigos, que gosto de sorvete de chocolate, que tenho saudades de Minas, entre mil e uma coisas! Gostaria de gritar para o mundo meu amor pela vida, por tudo! Mas...
A razão para e me bloqueia: - Tá louca garota, ninguém quer saber disso, ninguém está interessado em você. Todos estão interessados em negócios e coisas concretas, no que você pode oferecer...
Assim, caio novamente em meu mundo, me bloqueio totalmente e custo a sair do casulo.
Entre altos e baixos, buscando sempre o equilíbrio, vou eu andando da razão para emoção... e me pergunto, qual seria o equilíbrio? É tão bom poder dizer ao mundo que se ama uma simples flor, mas também, quem está interessado em saber?
É... sempre haverá estas contradições, e eu vou assim, seguindo tentando buscar o equilíbrio... embora tende muito para a emoção, devido a veia artística, acredito eu.
Acho que o artista de verdade não consegue amar pela metade, amar limitado, se o faz não consegue produzir, não consegue trabalhar..
Então, pensando bem... Viva a emoção. Chega de razão. Ok... um pouco, sim, um pouco de razão não faz mal a ninguém, mas só um pouco. A emoção cria mais. A emoção revigora.

" Só se machuca quem está vivo!... Antes sangrando quente do que ficar paralizado como um iceberg gelado, aguardando o navio passar e se rasgar inteiro." (texto da peça "Feliz Ano Novo")



terça-feira, 12 de outubro de 2010

Teatro Dos Sentidos ESGOTADO - Sucesso


Em nota a Caixa Economica Federal em seu setor Cultural, informou que teve a maior bilheteria deste ano no Espetaculo Teatral Feliz Ano Novo " Teatro dos Sentidos". 
Mais de 300 pessoas não conseguiram comprar seus ingressos para o espetaculo. Retornado a suas casas tristes. Resumindo, Teatro dos Sentidos Sucesso total. Boatos rolam na diretoia da Caixa Cultural que espetaculo voltara em cartaz ainda este ano.

Uma mistura fina...



Hoje estamos tão acostumados às promiscuidades que existem ao nosso redor, que na maioria das vezes acabamos caindo em meio a estas, sem ao menos nos dar conta...
É tanta coisa estranha para mim, que ás vezes, tenho certeza que nasci na época errada, ou no mundo errado. Se você não dança funk até embaixo, se não fuma maconha, se não “sai” com qualquer um, você não é normal! Você é excluído do meio!
Pois é... Assim, me sinto anormal diante das loucuras deste mundo maluco... loucuras as quais não tenho o mínimo interesse em fazer parte.
Ah! Ator é maluco, ator é rebelde, ator fuma maconha...
Ah ta... Então não sou atriz, não sou nada!!!!
Ás vezes me sinto tão chateada com essas comparações, me dá uma tristeza tão grande, em me sentir tão só, em um mundo em que passar a perna e ser promíscuo é que é certo.
Mas, como tudo tem seu tempo, a lei da atração começa a trabalhar...
Então, pessoas de fino trato, de bom coração, de boa música, pessoas que dão valor ao humano, pessoas assim, aparecem na vida... E eu fico totalmente aliviada e feliz, pois enfim, aparece gente com quem posso e tenho muito a aprender...

Assim, não me sinto mais “um peixinho fora d’água”, posso ter meus gostos sem ninguém pra me julgar e me descartar do meio.
Nunca, nunca, deixe de ser você mesmo; mesmo que o meio lhe exclua. O que vale a pena é a autenticidade, a clareza, o acreditar... Uma hora, tua turma aparece. E ai... O seu meio se faz.

domingo, 10 de outubro de 2010

Sucesso Total!!

Nosso espetáculo, Teatro dos Sentidos: Feliz Ano Novo, Lotou!!!! Estamos muito felizes!!! Só olhar nas fotos...



sábado, 2 de outubro de 2010

Qual a trilha sonora da sua vida...


Lendo o Post da Sarah Oliveira logo veio a minha cabeça a trilha sonora da minha vida...
Que sempre me acompanha, desde a primeira vez que escutei... nunca mais larguei.
Não sei porque é a trilha sonora, talvez seja inconsciente... Mas é a música que mais me toca, a que mais gosto de ouvir... a inesquecível. E você? Qual a trilha sonora da sua vida!!!


E a gente ainda reclama...

Todos já sabem que dia 07 de Outubro vamos estrear um novo espetáculo Teatro dos Sentidos com a peça “Feliz Ano Novo”.
Conhecendo o elenco deste espetáculo, acabei fazendo amizade com um deficiente, que me abriu os olhos para muita coisa. Ele sofreu um acidente há cinco anos, desde então quase não sente as pernas, anda com ajuda de muletas, precisa fazer sonda sempre, tem algumas dificuldades que nós “normais” não temos...
Escutando ele falar sobre o acidente e sobre as conseqüências do mesmo, me vi tomada de egoísmo. Reclamamos tanto da vida, do cabelo, da unha, do ônibus, do amor... de tudo. Nunca as coisas estão boas o suficiente. A gente sempre reclama, e de repente me deparo com uma pessoa que tem muito mais problemas do que eu (teoricamente) e que pouco reclama e vive intensamente, superando as dificuldades e melhorando, aprendendo cada vez mais.
Tudo isso, as vezes me dá medo, julgo a minha coragem; até que ponto poderia superar coisas como essa! Não sei o quanto, mas vivenciando um pouco desta realidade, vejo que nós, seres humanos somos fortes o suficiente para superar as adversidades e ir em frente. Embora não pareça.
Que muitas pessoas como esse garoto apareçam na minha vida, que muitos projetos como o “teatro dos sentidos” apareçam na minha vida, para eu aprender a valorizar tudo que tenho.

                                                    Todos nós aprendendo com o Frajola!


domingo, 26 de setembro de 2010

Laboratório novo, antes da estréia da peça "Feliz Ano novo".

Pessoal,
Postei fotos aqui pra todo mundo ver um pouquinho do trabalho "teatro dos sentidos" antes da nossa estréia - no dia 07 ao dia 10 de Outubro às 19h30 No teatro arena Caixa Cultural...

A primeira foto somos eu e o Ioha, virei "anjo" dele durante o laboratório, na segunda, foi nossa chegada no mar, rimos muito... nos molhamos muito... foi bem divertido. A terceira, nossa diretora Paula Wenke estava nos orientando durante a caminhada, e a última, eu e Ioha estávamos atravessando a rua, bem quando o sinal abriu, ai, ai, ai... foi tenso!!! Estou gostando muito deste trabalho, tanta coisa nova estou aprendendo não só como atriz mas como pessoa, quero muito dividir com todos vocês, assim, espero todos no nosso espetáculo!!! beijossss




sábado, 25 de setembro de 2010

Tão perto e imperceptível...


Ás vezes eu me sinto tão burra... As coisas estão ali, tão simples, tão perto... e nem percebemos, nem nos damos conta.
Lendo @tijucana e trabalhando com Paula Wenke, tenho observado o quão, “fácil” pode ser interpretar e criar, do que realmente parece ser, digo isto, porque tudo que nós artistas devemos fazer e como devemos criar está aqui ao nosso lado, na nossa frente...
Tudo é tão óbvio, tão ali; a maioria das grandes criações, se não, todas, são biográficas, são vivencias que damos importância, que observamos com tato apurado. Tudo isso, se transforma em arte. E eu, como artista, pouco me dou conta. Reclamo muito, as dores vividas, as frustrações, ao invés de utilizá-las na minha criação, agradecer por ter a oportunidade de vivê-las, pois só assim, meus personagens também poderão vivencia-las...
Parece óbvio o que digo, mas me sinto tão burra por não perceber este óbvio...
Então que venha muitas dores, muitas alegrias, muitas vivencias... e “muitos óbvios”...
Para eu criar... criar... e criar... e enriquecer cada vez mais minha veia artística!!!

domingo, 19 de setembro de 2010

Minha voz, meu trabalho, meu tudo...

Ás vezes dá medo da importância que a voz tem, não só para o trabalho como ator, mas no geral, no cotidiano.
Nós atores procuramos estudar e intensificar nossos cuidados com o nosso maior instrumento de trabalho, até porque sem a voz não há interpretação...
Mas muitas outras profissões que necessitam da voz tanto quanto a  nossa, por exemplo os professores, não tomam o cuidado de preservar seu instrumento de trabalho. Posso muito bem, falar disso, pois trabalho neste meio e convivo com diversas pessoas assim...
É demasiadamente importante cuidar da voz, somos tão preocupados em cuidar das formas do nosso corpo, e esquecemos completamente da nossa voz.
Existem tantos aquecimentos simples, que todo ser humano deveria fazer ao acordar, tantas atitudes saudáveis, que poderiam “salvar” nossa voz e ajudar a preservar a saúde de nossa “garganta”.
Então galera, não só atores, professores, mas todos em geral vamos olhar um pouquinho para nossa voz...
Vamos dar valor a ela, aquecendo com exercícios simples, evitando gelado, evitando gritar.... coisas simples que podem ajudar e muito.
Está dado o recado!!!!

sábado, 11 de setembro de 2010

Interpretar me salvou.


Queria muito dividir isto com  vocês.
A gente passa por tanta coisa na vida, somos presos por tantas coisas, damos importância a tanta bobeira,  enfim... e graças a Deus, O teatro me salvou. Interpretar me salvou disso tudo.
Houve um tempo, em que era difícil não se importar com as unhas, as roupas, a fala, o modo de se comportar, se vestir... Não que eu não me importe com tudo isso, claro que me importo, mas me importo por mim, e não pelos outros. E isso me deixa livre para escolher, viver.
Temos que nos importar com nossa aparência, nosso intelecto, nosso “eu” sim, mas temos que nos importar por nós, não por ninguém.
Teatrando, aprendemos, ou pelo menos tentamos, nos conhecer mais, até porquê, para viver de verdade uma outra pessoa, temos que nos conhecer demasiadamente bem e procurar conhecer “os outros” também.
Daí quando passamos a nos conhecer melhor e conhecer o outro também, percebemos que todo  mundo é a mesma coisa, e que o que realmente importa é a essência e não a embalagem, sei que tudo isso é repetitivo, mas queria dividir aqui, que tudo isso, aconteceu a mim, graças ao meu encontro com a interpretação, com meu "eu", com meu corpo, minha mente.
Independentemente do caminho que minha profissão vai tomar, aprender a interpretar me fez ser outra pessoa, me fez crescer como ser humano. E, só por isso, já valeu a pena.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Enxergando com outros olhos...


Pois é pessoal em Outubro vou estrear uma nova peça chamada "Feliz Ano Novo"  .
Essa peça é um pouco especial, porque é uma peça feita para deficientes visuais, essa técnica se chama “Teatro dos Sentidos”.
O espetáculo é de autoria e direção de Paula Wenke (http://www.paulawenke.com.br/paula-wenke/pt/home/)
Além de ser algo inovador e diferente, é algo estimulante para qualquer ser humano, pois passamos a conhecer um pouco do que os cegos vivem.
Todos podem assistir a peça, mas os olhos serão fechados, com vendas. O espetáculo é para ser “Sentido”.
Como Atriz/Provocadora da peça fiz laboratório em Copacabana, andamos três quarteirões até a praia de olhos totalmente vendados, usando apenas uma “bengala”, passando por todos os percalços. Andamos em bares, atravessamos ruas, pisamos em buracos, tropeçamos, brincamos, choramos, sentimos a areia, ouvimos os carros, sentimos o mar, ouvimos o mar.
O que mais me marcou em tudo isso foi o som do Mar... eu nunca havia escutado o som do mar... e neste laboratório eu escutei... e isso me marcou. Este som, me marcou. Depois ao tirar a venda, vi Copacabana belíssima, e agradeci a Deus por enxergar, e pedi perdão por blasfemar tanto.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

as escolhas...

Não é nem um pouco criativo falar sobre escolhas, na verdade nem o farei isto.
decidi escrever, ou comentar algo, depois de ler uma crônica da Fernanda Torres (@atijucana), ela escreveu http://www.assimumabrastemp.com.br/2010/08/ou-isso-ou-aquilo-2/ (vale a pena ler, em cinco minutos fazemos isto), e pensei: o bom do artista, o que mostra a inteligência e o talento dele é o simples fato de entender e demonstrar o que esta diante de nossos olhos, mas que ninguém percebe. E @ATijucana faz isso sempre...
Nesta crônica, ela fala sobre nossas escolhas, que quão sem graça é escolher, escolher, quando a opção se extrapola o limite de dois ou três.
e, todos os dias estamos nós a escolher... chocolate ou suco?; banana ou pêra; Ir à aula ou fazer unha?; E sempre nos culpamos pelas escolhas erradas... mas me pergunto... o que nos leva a escolher? na minha cabeça é o "sexto sentido", o " feeling", se somos levamos ´por estes dois a fazermos nossas escolhas, possivelmente estávamos certos ao escolher. então não podemos nos culpar pelo "erro", temos que nos culpar somente quando somos levados a escolher inspirados por terceiros... se há erro, ai sim... a culpa de repente é nossa!!!
mas o que que tem escolher errado? Como diz Fernanda... " errar é Humano, culpar o outro também.."
estamos aqui para errar, claro que devemos buscar acertar sempre! mas errar... é uma forma de acertar, mas pela segunda vez. Sempre há uma segunda, terceira vez... então ao invés de nos culparmos por errar vamos refazer nossas escolhas! arregacemos as mangas!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Não sou só Tv, não sou só teatro, não sou só Cinema. Sou ATRIZ.

Gostaria de ver com outros olhos...
Juro, juro que gostaria de não ficar chateada com algumas das muitas questões que envolve este mundo artístico. É demasiadamente estranho as “panelas” formadas pelos próprios atores. Temos a panela dos comediantes, dos cults, dos estrelinhas, dos filhos de alguém, dos ricos não talentosos, dos ricos talentosos, dos pobres talentosos, dos pobres sonhadores.
Conheço todas as panelas e juro, não sei bem em qual estou. Talvez na panela dos “pobres talentosos ou pobres sonhadores”...
Mesmo assim, me deixa bastante enojada este mundo em que o interesse é o que vale. Existem aqueles atores “de merda” que não são nada, e que fazem questão de se achar alguma coisa; existem os que são alguma ou muita coisa, mas não querem dividir. Existem aqueles que não são nada e continuarão sempre a nada ser. Existem os muito bons e que também são boas pessoas, esses, quero sempre estar ao lado.
Existe a galera do teatro, que rala, rala e luta, que tem talento e que temos orgulho de ver quando vence. Existe também, a galera do teatro, da Tv, e do cinema... a galera que tudo faz.
Existe a galera do cinema, Cult,despojada, inteligente...
Existe a galera da Tv, que quando são só da Tv (ou seja não vem do teatro nem cinema) são Nojentos, se acham superiores.
Parece despeito, mas não é. Sou do tudo. Cinema, TV, teatro...
Não sou só Tv, não sou só teatro, não sou só Cinema.
Sou ATRIZ. Sou tudo.

RainyMood.com

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Pra relaxar...

sábado, 31 de julho de 2010

Orgulho de ser mineiro

SER MINEIRO

"SER MINEIRO É NÃO DIZER O QUE FAZ NEM O QUE VAI FAZER. É FINGIR QUE NÃO SABE AQUILO QUE SABE, É FALAR POUCO E ESCUTAR MUITO, É PASSAR POR BOBO E SER INTELIGENTE, É VENDER QUEIJO BRANCO. UM BOM MINEIRO NÃO LAÇA BOI COM EMBIRA, NÃO DÁ RASTEIRA NO VENTO, NÃO PISA NO ESCURO, NÃO ANDA NO MOLHADO, NÃO ESTICA CONVERSA COM ESTRANHOS, SÓ ACREDITA NA FUMAÇA QUANDO VÊ FOGO, SÓ ARRISCA QUANDO TEM CERTEZA, NÃO TROCA UM PÁSSARO NA MÃO POR DOIS VOANDO. SER MINEIRO É DIZER 'UAI', É SER DIFERENTE E TER MARCA REGISTRADA, É TER HISTÓRIA. SER MINEIRO É TER SIMPLICIDADE E PUREZA, HUMILDADE E MODÉSTIA, CORAGEM E BRAVURA, FIDALGUIA E ELEGÂNCIA. SER MINEIRO É VER O NASCER DO SOL E O BRILHAR DA LUA, É OUVIR O CANTAR DOS PÁSSAROS E O MUGIR DO GADO, É SENTIR O DESPERTAR DO TEMPO E O AMANHECER DA VIDA. SER MINEIRO É SER RELIGIOSO, CONSERVADOR, É CULTIVAR AS LETRAS E AS ARTES, É SER POETA E LITERATO, É GOSTAR DE POLÍTICA E AMAR A LIBERDADE, É VIVER NAS MONTANHAS, É TER VIDA INTERIOR." AUTOR ANÔNIMO

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Político ou não??

Obrigada meu Deus, por existir pessoas que falam o que pensam.... que não têm medo da mídia e/ ou da hipocrisia dos outros.
Sou uma pessoa muito crítica, mas me calei pra não ter que dar explicações para pessoas de cabeça fechada que não sabem se posicionar, ou entender a posição de uma certa pessoa a cerca de um certo assunto.
Mesmo parando de falar o que penso, muitas vezes calando quando queria gritar, Quando queria mandar certas pessoas calar a PO&% da boca... continuei e continuo apoiando quem fala o que pensa, sem ofender, claro, mas falando a verdade sempre.
Prezo e admiro quem fala o que pensa e pronto, só temos que tomar cuidado ao falar “demais”, pois falando “demais” temos que arcar com as conseqüências...
Mas o quê que tem as conseqüências...??? Falando ou não elas estão sempre ai...
Calado ou não sempre tem alguém pronto para te criticar, pra te julgar...
Então temos duas escolhas: ou somos políticos ou arriscamos tudo e ... falamos o que pensamos.
Hoje sou política, quem sabe até quando??? Até quando eu souber de pessoas que falem sem medo, que não querem ser políticas, mas sim colocar a galera para pensar.Enquanto elas existirem eu serei política.
É isso ai Felipe Neto, é isso ai Bruno Mazzeo... entre outros!
É ISSO AI!!

domingo, 27 de junho de 2010

Não há muito o que entender.

É. Acho que não há muito o que entender. E nós,
insistimos em tentar entender o que se passa na cabeça
do outro. Tentamos entender o porquê disso e o porquê daquilo.
Juro que não entendo, e a partir de agora não faço questão de entender.
Acreditava que cada momento da nossa vida é único e deveria ser guardado pra sempre, assim,
como as pessoas que viveram conosco tais momentos. Grande engano.
Tudo dura aquele minuto que deveria ter durado e nada mais. A partir do minunto vivido e acabado,
não existe mais nada. Niguém mais se importa com a saudade, ninguém mais se importa com o outro.
O passado foi bom e acabou... Nem me lembro.
Quem está lá, ficou... e eu nem me lembro.
Somos inventados pela sociedade e pelo capitalismo, pelo ego...
e esquecidos por nós mesmos.

sábado, 19 de junho de 2010

A Ficha Caiu.

Essa semana, este mês minha ficha caiu.
Precisou acontecer tantas coisas (a princípio ruins) para a ficha cair.
Agora me respondam: Como fazer a ficha cair mais rápido.
Neste mês tive a sensação de não ter vivido este ano, de ter deixado ele passar... e só.
Isso doeu, não reparei o quanto estava quieta no meu canto, o quanto as coisas que fiz foram em vão,e quanta coisa inútil ainda rodava meu pensamento.
Fiquei, estou chateada comigo. Mas a ficha caiu, tarde mais caiu.
Precisei saber o que não queria, ver o que não era necessário para que a ficha caísse.
Embora muitas coisas abriram meus olhos, ainda me sinto sem saber bem o que fazer e que caminho seguir.
Acho que isso de decidir não é comigo.
mas a gente tem que escolher sempre, sempre. Fato.
Deixei muito as coisas serem escolhidas pelo tempo e me decepcionei.
Agora sou eu. Ninguém mais.
Eu escolho.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

A gente se acostuma e pronto.

Até um tempo, se pensa: Não consigo viver sem minha família, não consigo viver sem este relógio, não consigo dormir sem meu travesseiro, não consigo viver sem você...
Sempre se pensa assim em determinado momento de nossas vidas. Essa é a pessoa mais importante da minha vida. Este é o melhor trabalho, esta é a melhor amiga, este é o meu grande amor.
Aí vem o tempo, as tempestades, as mudanças, Aí...
O melhor amigo mudou, o trabalho é outro, a família está longe, o amor é outro porém, continua a se pensar... Agora,este é o melhor amigo, este é o verdadeiro amor, etc...
Aí vem o tempo novamente, e tudo muda novamente,na verdade, tudo sempre muda, e mal nos damos conta. Mal nos damos conta, porque a mudança não é imediata, pra que ela aconteça há sofrimento e esse sofrimento existe, porque somos presos, Nos acostumamos a ser presos...
Ás vezes penso: Não acredito mais no amor, na amizade, nas impossibilidades... mas quando penso assim, tudo fica tão vazio... tão sem vida... aí volto a acreditar, assim volto a sofrer.É a lei. Só se sofre por aquilo que foi realmente bom e verdadeiro em determinado momento.
Mudamos, sofremos, mas a cada mudança percebemos que vale a pena viver o novo, que o novo sempre nos surpreende, apesar de saber que não é para sempre, embora desejamos o contrário, vale a pena viver o novo!
Mas só sabemos que vale a pena, depois de sofrer com toda a maldita mudança...
Então... que o amor seja único enquanto durar, que o amigo seja eterno enquanto durar, que a família esteja sempre ali, enquanto durar, e o trabalho seja o melhor enquanto durar...
Porque nada, nada, absolutamente nada é para sempre... e como se diz esta frase (particularmente a minha preferida):
Tudo que é bom dura o tempo suficiente para se tornar inesquecível...
Sofremos porque aquilo foi bom,no entanto,o bom nem sempre significa para sempre. Haverá sim, outros melhores ou não... Haverá em nossas vidas outras coisas insubstituíveis que substituirão as insubstituíveis de hoje.
Enquanto elas não aparecem sofremos em lembrar que as coisas que eram insubstituíveis acabaram, ficaram no passado... muitas vezes ficamos presas também a este passado... e as vezes perdemos o que seria tão maravilhoso de se insubstituir.
A gente se acostuma, embora pareça impossível a gente se acostuma à distância, a falta, a saudade, a dor... a gente sempre se acostuma.
Roberta Chaves

segunda-feira, 24 de maio de 2010

"Será que tudo é questão de sorte...? ou destino?

As escolhas de hoje estão a cada dia que passa mais difíceis...
batendo papo com a amiga de sempre, vejo que somos resultados das nossas escolhas...
E ás vezes parece que fizemos a escolha errada, mas no fundo era a certa, pois foi nosso coração, nossa intuição que optou.
As dificuldades estão ai para nosso crescimento, nada mais. Não há ninguém que não tenha suas dificuldades, seus medos e suas frustrações....
"cada um sabe a dor e delícia de ser o que é..." O que tem que ser feito é cabeça pra frente, e seguir!
Uma hora vai acontecer. uma hora o que tanto esperávamos vai acontecer.

domingo, 2 de maio de 2010

Projetos...

Como há projetos...
Teatro, cinema... quem sabe Tv também.
aguardem, logo posto datas aqui.
Teatro infantil toda sexta! Não percam!

sábado, 24 de abril de 2010

E o dia começou...

Criei este blog pra divulgar um pouco do meu trabalho e também me divertir com críticas entre outros... tudo relacionado à área de interpretação.