sábado, 30 de outubro de 2010

Acaso? Que bobeira pensar assim...


Lembrando de alguns momentos de minha vida e de alguns momentos da vida de alguns amigos, notei que a maioria das grandes realizações, dos grandes acontecimentos, vieram por meio do “acaso”. Intrigada com tal questão, logo percebi o óbvio. O “acaso” não existe, nós é que valorizamos a questão. Achamos que tudo é muito mais bonito, quando se pensa que foi por “acaso”. Mas não foi! Foi traçado, então? Sei La! Essa não é a questão! Traçado ou “acaso” é questão de óbvio.

Quando se acredita que o “acaso” não existe e que o óbvio veio com o decorrer do tempo, percebe-se ao nosso redor milhares de “acasos” aos quais não damos o devido valor.

Parece, ou é meio confuso o que estou escrevendo, mas raciocina: como você conheceu seu melhor amigo? Como conseguiu aquele trabalho fera? Como conheceu seu namorado, entre mil outras coisas... As histórias mais emocionantes, você vai culpar o “acaso”...

E é isso que digo: O “acaso” não existe! O “acaso” é o óbvio, “estava escrito” (se assim pode se dizer). E quando se pensa assim, as coisas tomam outro rumo, tudo fica mais lógico e menos utópico, assim você vê que aquilo que você tanto queria, está aqui... bem pertinho de você, e logo chegará ao seu encontro. As coisas acontecem em nossas vidas devido a nós mesmos, devido ao nosso olhar diante da realidade que nos cerca. Então vamos acreditar mais e sonhar menos. Porque o que queremos está aqui, bem pertinho de nós!


domingo, 24 de outubro de 2010

Embora opostos a atração é fatal...

            
 Quanto mais conheço os homens, mais me divirto com nossas diferenças...
É bastante legal perceber que as diferenças singulares é que fazem a graça da relação.
Uma simples frase para um homem é uma frase, uma simples frase. Agora, para as mulheres há toda uma história, um significado por trás.
E nessa diferença crucial de percepção é que há esse contraponto na relação, sendo esta de amor, de amizade, de irmandade, de maternidade... anyway.
Os rapazes em geral, na minha humilde opinião deveriam se dar o direito de pensar mais... Digo, no sentido de entender além do que está escrito, falado.
E nós, mulheres, deveríamos ler mais aquilo que está escrito, falado, do que imaginar o que poderia estar por trás do dito.
Parece confuso, mas não é. O legal é buscar este equilíbrio. Talvez o encontrando a gente consiga construir boas relações, tanto no trabalho, amizade, amor...
Homens, mulheres... somos tão diferentes, mas necessitamos tanto um do outro. Não no sentido amor conjugal, mas no sentido geral. Somos peças de um grande quebra cabeça, bem maior do que uma simples relação, e buscar o equilíbrio de nossos pensamentos, nossas relações é que nos faz crescer e juntos progredir.

 “Menino, quer brincar de amar?
Deixa num canto o arco,
os alvos e a flecha primitivos,
Vamos jogar brincadeiras modernas,
Vamos ser criativos!
Vamos brincar de pique – pega,
De médico, de salto à distância!
Vamos brincar de War, pra conquistar o mundo
E resgatá-lo dessa guerra, que gera
O tal e famigerado vazio profundo...”

Cito acima, um pedacinho do poema Corpo a Corpo ou Mulheres em Mesa de Bar. Vulgo:Poemão  de Paula Wenke

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Um pouco de razão não faz mal a ninguém, mas só um pouco.







Vale a pena escutar a música antes de ler...

Bom, lendo (para variar) o blog da Brastemp, e presente constantemente nas conversas de Paula Wenke, mais uma vez me deparo com inspirações para escrever meus textos, meus desabafos...




Intriga-me tanto a busca constante pelo equilíbrio da razão para com a emoção...
No fundo gostaria tanto de sair gritando pelos quatro cantos que amo as pessoas, que amo meus amigos, que gosto de sorvete de chocolate, que tenho saudades de Minas, entre mil e uma coisas! Gostaria de gritar para o mundo meu amor pela vida, por tudo! Mas...
A razão para e me bloqueia: - Tá louca garota, ninguém quer saber disso, ninguém está interessado em você. Todos estão interessados em negócios e coisas concretas, no que você pode oferecer...
Assim, caio novamente em meu mundo, me bloqueio totalmente e custo a sair do casulo.
Entre altos e baixos, buscando sempre o equilíbrio, vou eu andando da razão para emoção... e me pergunto, qual seria o equilíbrio? É tão bom poder dizer ao mundo que se ama uma simples flor, mas também, quem está interessado em saber?
É... sempre haverá estas contradições, e eu vou assim, seguindo tentando buscar o equilíbrio... embora tende muito para a emoção, devido a veia artística, acredito eu.
Acho que o artista de verdade não consegue amar pela metade, amar limitado, se o faz não consegue produzir, não consegue trabalhar..
Então, pensando bem... Viva a emoção. Chega de razão. Ok... um pouco, sim, um pouco de razão não faz mal a ninguém, mas só um pouco. A emoção cria mais. A emoção revigora.

" Só se machuca quem está vivo!... Antes sangrando quente do que ficar paralizado como um iceberg gelado, aguardando o navio passar e se rasgar inteiro." (texto da peça "Feliz Ano Novo")



terça-feira, 12 de outubro de 2010

Teatro Dos Sentidos ESGOTADO - Sucesso


Em nota a Caixa Economica Federal em seu setor Cultural, informou que teve a maior bilheteria deste ano no Espetaculo Teatral Feliz Ano Novo " Teatro dos Sentidos". 
Mais de 300 pessoas não conseguiram comprar seus ingressos para o espetaculo. Retornado a suas casas tristes. Resumindo, Teatro dos Sentidos Sucesso total. Boatos rolam na diretoia da Caixa Cultural que espetaculo voltara em cartaz ainda este ano.

Uma mistura fina...



Hoje estamos tão acostumados às promiscuidades que existem ao nosso redor, que na maioria das vezes acabamos caindo em meio a estas, sem ao menos nos dar conta...
É tanta coisa estranha para mim, que ás vezes, tenho certeza que nasci na época errada, ou no mundo errado. Se você não dança funk até embaixo, se não fuma maconha, se não “sai” com qualquer um, você não é normal! Você é excluído do meio!
Pois é... Assim, me sinto anormal diante das loucuras deste mundo maluco... loucuras as quais não tenho o mínimo interesse em fazer parte.
Ah! Ator é maluco, ator é rebelde, ator fuma maconha...
Ah ta... Então não sou atriz, não sou nada!!!!
Ás vezes me sinto tão chateada com essas comparações, me dá uma tristeza tão grande, em me sentir tão só, em um mundo em que passar a perna e ser promíscuo é que é certo.
Mas, como tudo tem seu tempo, a lei da atração começa a trabalhar...
Então, pessoas de fino trato, de bom coração, de boa música, pessoas que dão valor ao humano, pessoas assim, aparecem na vida... E eu fico totalmente aliviada e feliz, pois enfim, aparece gente com quem posso e tenho muito a aprender...

Assim, não me sinto mais “um peixinho fora d’água”, posso ter meus gostos sem ninguém pra me julgar e me descartar do meio.
Nunca, nunca, deixe de ser você mesmo; mesmo que o meio lhe exclua. O que vale a pena é a autenticidade, a clareza, o acreditar... Uma hora, tua turma aparece. E ai... O seu meio se faz.

domingo, 10 de outubro de 2010

Sucesso Total!!

Nosso espetáculo, Teatro dos Sentidos: Feliz Ano Novo, Lotou!!!! Estamos muito felizes!!! Só olhar nas fotos...



sábado, 2 de outubro de 2010

Qual a trilha sonora da sua vida...


Lendo o Post da Sarah Oliveira logo veio a minha cabeça a trilha sonora da minha vida...
Que sempre me acompanha, desde a primeira vez que escutei... nunca mais larguei.
Não sei porque é a trilha sonora, talvez seja inconsciente... Mas é a música que mais me toca, a que mais gosto de ouvir... a inesquecível. E você? Qual a trilha sonora da sua vida!!!


E a gente ainda reclama...

Todos já sabem que dia 07 de Outubro vamos estrear um novo espetáculo Teatro dos Sentidos com a peça “Feliz Ano Novo”.
Conhecendo o elenco deste espetáculo, acabei fazendo amizade com um deficiente, que me abriu os olhos para muita coisa. Ele sofreu um acidente há cinco anos, desde então quase não sente as pernas, anda com ajuda de muletas, precisa fazer sonda sempre, tem algumas dificuldades que nós “normais” não temos...
Escutando ele falar sobre o acidente e sobre as conseqüências do mesmo, me vi tomada de egoísmo. Reclamamos tanto da vida, do cabelo, da unha, do ônibus, do amor... de tudo. Nunca as coisas estão boas o suficiente. A gente sempre reclama, e de repente me deparo com uma pessoa que tem muito mais problemas do que eu (teoricamente) e que pouco reclama e vive intensamente, superando as dificuldades e melhorando, aprendendo cada vez mais.
Tudo isso, as vezes me dá medo, julgo a minha coragem; até que ponto poderia superar coisas como essa! Não sei o quanto, mas vivenciando um pouco desta realidade, vejo que nós, seres humanos somos fortes o suficiente para superar as adversidades e ir em frente. Embora não pareça.
Que muitas pessoas como esse garoto apareçam na minha vida, que muitos projetos como o “teatro dos sentidos” apareçam na minha vida, para eu aprender a valorizar tudo que tenho.

                                                    Todos nós aprendendo com o Frajola!